Pra você
Talvez eu seja um tolo
Um indiscreto
Um zero
Talvez eu seja um qualquer
Um transeunte
Um outro número
Talvez não te valha um olhar cruzado
Um passo a frente em me seguir
Talvez eu seja um objeto perdido no espaço
Talvez não te valha meu aperto de mão
Uma cena despretensiosa em sua presença
Talvez eu esteja com você
Um desagrado pra você
Um agrado para mim
Talvez eu esteja com uma outra qualquer
Uma que conheci há pouco
Uma que não me tem amor
Pra mim
Talvez eu seja alguém
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Incompleto
Eu ............... aqui
Você ............... lá
............... longe ...............
Será que um dia ...............?
Não ............... esperar
Esperar ............... ............... acontecer
Incompleto ............... poema
............... a vida
Nós completaremos ............... ............... ...............
Completaremos também ............... ............... ...............
E todo o resto
Dês de que ............... ............... encontre a vida
Complete-se
Complete-se com o que quiser
Porém
Enquanto incompleto ............... poema
............... estará a vida
Você ............... lá
............... longe ...............
Será que um dia ...............?
Não ............... esperar
Esperar ............... ............... acontecer
Incompleto ............... poema
............... a vida
Nós completaremos ............... ............... ...............
Completaremos também ............... ............... ...............
E todo o resto
Dês de que ............... ............... encontre a vida
Complete-se
Complete-se com o que quiser
Porém
Enquanto incompleto ............... poema
............... estará a vida
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O Que Eu Quero
Eu tenho vontade de te ver
E o sonho de te ter para sempre
Quero ser um homem de sorte
Apostando em você
E ser feliz por te merecer
Até o dia da minha morte
Quero ter o hábito de perder o fôlego ao te ver
Sem haver problema algum se você perceber
Queria ter o direito de te ter
E ter o prazer de ter um amor direito
Se você me der essa chance e esse direito
E o sonho de te ter para sempre
Quero ser um homem de sorte
Apostando em você
E ser feliz por te merecer
Até o dia da minha morte
Quero ter o hábito de perder o fôlego ao te ver
Sem haver problema algum se você perceber
Queria ter o direito de te ter
E ter o prazer de ter um amor direito
Se você me der essa chance e esse direito
terça-feira, 10 de março de 2009
Nos ensaios da vida
No instante em que a viu, se apaixonou
No instante em que o viu, o ignorou
Não olhou mais para ela
Queria ensaiar mais uma vez seu olhar
E acabou por não olhá-la
Não olhou mais para ele
Não chamou sua atenção sequer no brilho dos olhos
E acabou por não olhá-lo
Chamou o garçon e pediu-lhe:
“Entrega a ela o bilhete”
Viu de onde vinha o bilhete e sem lê-lo, pediu à amiga:
“Rasga o bilhete”
Ele, desacreditado, inquietou-se
Ela, estática, permaneceu
Ele não disse a ela nada
Queria ensaiar mais uma vez o que falar
E acabou por não dizer
Ela não disse a ele nada
Pouco ligava para quem ele era
E acabou se arrependendo
Percebendo que escreveria o poema mais feliz de sua vida
No instante em que o viu, o ignorou
Não olhou mais para ela
Queria ensaiar mais uma vez seu olhar
E acabou por não olhá-la
Não olhou mais para ele
Não chamou sua atenção sequer no brilho dos olhos
E acabou por não olhá-lo
Chamou o garçon e pediu-lhe:
“Entrega a ela o bilhete”
Viu de onde vinha o bilhete e sem lê-lo, pediu à amiga:
“Rasga o bilhete”
Ele, desacreditado, inquietou-se
Ela, estática, permaneceu
Ele não disse a ela nada
Queria ensaiar mais uma vez o que falar
E acabou por não dizer
Ela não disse a ele nada
Pouco ligava para quem ele era
E acabou se arrependendo
Percebendo que escreveria o poema mais feliz de sua vida
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
No Picadeiro
É no picadeiro que acontece tudo
A magia e o inesperado
O impossível e o perigoso
A música e a aventura
E também a ventura
É no picadeiro que o leão ruge
A palhaçada acontece
Os palhaços riem mesmo insatisfeitos
A platéia aplaude sem lembrar que é ficção
E esquece do mundo que existe depois da lona armada
O picadeiro é um círculo
Que nos lembra este mundo
Mas que não o reflete
Mostra o mundo que não existe
O mundo que não podemos viver
Não mostra o mundo triste
O mundo real que eu gostaria de esquecer
A magia e o inesperado
O impossível e o perigoso
A música e a aventura
E também a ventura
É no picadeiro que o leão ruge
A palhaçada acontece
Os palhaços riem mesmo insatisfeitos
A platéia aplaude sem lembrar que é ficção
E esquece do mundo que existe depois da lona armada
O picadeiro é um círculo
Que nos lembra este mundo
Mas que não o reflete
Mostra o mundo que não existe
O mundo que não podemos viver
Não mostra o mundo triste
O mundo real que eu gostaria de esquecer
Assinar:
Postagens (Atom)