Eu tenho vontade de te ver
E o sonho de te ter para sempre
Quero ser um homem de sorte
Apostando em você
E ser feliz por te merecer
Até o dia da minha morte
Quero ter o hábito de perder o fôlego ao te ver
Sem haver problema algum se você perceber
Queria ter o direito de te ter
E ter o prazer de ter um amor direito
Se você me der essa chance e esse direito
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Nos ensaios da vida
No instante em que a viu, se apaixonou
No instante em que o viu, o ignorou
Não olhou mais para ela
Queria ensaiar mais uma vez seu olhar
E acabou por não olhá-la
Não olhou mais para ele
Não chamou sua atenção sequer no brilho dos olhos
E acabou por não olhá-lo
Chamou o garçon e pediu-lhe:
“Entrega a ela o bilhete”
Viu de onde vinha o bilhete e sem lê-lo, pediu à amiga:
“Rasga o bilhete”
Ele, desacreditado, inquietou-se
Ela, estática, permaneceu
Ele não disse a ela nada
Queria ensaiar mais uma vez o que falar
E acabou por não dizer
Ela não disse a ele nada
Pouco ligava para quem ele era
E acabou se arrependendo
Percebendo que escreveria o poema mais feliz de sua vida
No instante em que o viu, o ignorou
Não olhou mais para ela
Queria ensaiar mais uma vez seu olhar
E acabou por não olhá-la
Não olhou mais para ele
Não chamou sua atenção sequer no brilho dos olhos
E acabou por não olhá-lo
Chamou o garçon e pediu-lhe:
“Entrega a ela o bilhete”
Viu de onde vinha o bilhete e sem lê-lo, pediu à amiga:
“Rasga o bilhete”
Ele, desacreditado, inquietou-se
Ela, estática, permaneceu
Ele não disse a ela nada
Queria ensaiar mais uma vez o que falar
E acabou por não dizer
Ela não disse a ele nada
Pouco ligava para quem ele era
E acabou se arrependendo
Percebendo que escreveria o poema mais feliz de sua vida
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
No Picadeiro
É no picadeiro que acontece tudo
A magia e o inesperado
O impossível e o perigoso
A música e a aventura
E também a ventura
É no picadeiro que o leão ruge
A palhaçada acontece
Os palhaços riem mesmo insatisfeitos
A platéia aplaude sem lembrar que é ficção
E esquece do mundo que existe depois da lona armada
O picadeiro é um círculo
Que nos lembra este mundo
Mas que não o reflete
Mostra o mundo que não existe
O mundo que não podemos viver
Não mostra o mundo triste
O mundo real que eu gostaria de esquecer
A magia e o inesperado
O impossível e o perigoso
A música e a aventura
E também a ventura
É no picadeiro que o leão ruge
A palhaçada acontece
Os palhaços riem mesmo insatisfeitos
A platéia aplaude sem lembrar que é ficção
E esquece do mundo que existe depois da lona armada
O picadeiro é um círculo
Que nos lembra este mundo
Mas que não o reflete
Mostra o mundo que não existe
O mundo que não podemos viver
Não mostra o mundo triste
O mundo real que eu gostaria de esquecer
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Poema dos dois
Não queria ser só
Não queria ser só isso
Queria um par, pois
Que fosse só nós dois
Procuro, na amizade, uma forma de fazer-te pensar
Procuro, no amor, uma fórmula pra te conquistar
Se não encontrar fórmula do amor
Sei que não encontro também um “remedinho” pra curar tal dor
Esqueci-me
Você não pensa como eu
Esqueceu-se (de mim)
E foi atrás daquele que o acaso lhe ofereceu
Nunca pensaste que eu me colocaria em seu juízo
Nunca pensaste que eu pudesse colocar-te no rosto um eterno riso
Por favor, não queira ser só
Não queira ser só isso
Não queria ser só isso
Queria um par, pois
Que fosse só nós dois
Procuro, na amizade, uma forma de fazer-te pensar
Procuro, no amor, uma fórmula pra te conquistar
Se não encontrar fórmula do amor
Sei que não encontro também um “remedinho” pra curar tal dor
Esqueci-me
Você não pensa como eu
Esqueceu-se (de mim)
E foi atrás daquele que o acaso lhe ofereceu
Nunca pensaste que eu me colocaria em seu juízo
Nunca pensaste que eu pudesse colocar-te no rosto um eterno riso
Por favor, não queira ser só
Não queira ser só isso
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Hora de ter Tempo
Chronos, o deus, é grande
Pois, Tempo é grande
Homem, o racional, é pequeno
Pois, Hora é pequena
Uma hora vale
Se o tempo não passa
E se aproveita
E não se rejeita
E todo o tempo do mundo necessário
Para não se viver nada, de nada vale
É tempo de viver
Ainda estamos em tempo para viver
Mas, se não tivermos tempo,
É hora de dizer: Chegou a hora
Tempo para viver as poucas horas que queria
Tempo para viver as poucas horas do dia
É hora de ter o tempo que queria
Agora é a hora de não parar no tempo
Agora é a hora de não deixar o tempo parar
Pois, Tempo é grande
Homem, o racional, é pequeno
Pois, Hora é pequena
Uma hora vale
Se o tempo não passa
E se aproveita
E não se rejeita
E todo o tempo do mundo necessário
Para não se viver nada, de nada vale
É tempo de viver
Ainda estamos em tempo para viver
Mas, se não tivermos tempo,
É hora de dizer: Chegou a hora
Tempo para viver as poucas horas que queria
Tempo para viver as poucas horas do dia
É hora de ter o tempo que queria
Agora é a hora de não parar no tempo
Agora é a hora de não deixar o tempo parar
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