Procuro-te pelas dunas de Natal
Não sei ao certo seu nome, será Joaquina?
Queria encontrar-te na Praia dos Amores
E não dar de cara com as falésias onde está minha Canoa Quebrada
Em qualquer praia de Barra de Santo Antônio, casaria-me contigo
Já que diz-se ser forte o santo no tema
Vou à Praia do Farol buscar luz para encontrar minha felicidade ao seu lado
Para encontrar seu nome na lista das pessoas maravilhosas desse mundo
À Boa Viagem pretendo chegar são e salvo
E depois me embebedar de você antes de partirmos para outro lugar
Pois ao Porto de Galinhas e à Baía dos Porcos
Não pretendo desperdiçar meu tempo pensando pelo nome do lugar
Copacabana nem me importa tanto, não me interessa
Muito menos me interessa Ipanema e sua garota se tenho você
Nem que me joguem (em) Búzios eu acreditaria num amor forjado
Amor, assim, de palavra fraca, de terno e gravata
Eu só preciso, única e exclusivamente, de ti
Meu Porto Seguro
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Sacrificando poemas
Sigo, sem cessar
Lamentando, neste momento
A palavra que não quer chegar
Prossigo, sem esquecer
Dos momentos de outrora
Onde a palavra vinha, mesmo que carregada de desilusão
Levo a vida, por hora
Sacrificando poemas
Levo a vida, por hora
Com paixão que pede hora
Na tristeza a palavra de poeta se satisfaz
Aparece à graça do freguês
Na alegria a palavra parece não querer se colocar
Desaparece à escuridão da vez
Levo a vida, agora
Somando o tempo que me resta
Levo a vida, agora
Pensando se tudo é só por hora
Sigo, sem me cansar
Matutando quando poderei te ver novamente
Pra matar meu desassossego
Prossigo, sem me preocupar
Deixando de pensar em minhas tristes palavras
A sacrificar meus tristes poemas
Lamentando, neste momento
A palavra que não quer chegar
Prossigo, sem esquecer
Dos momentos de outrora
Onde a palavra vinha, mesmo que carregada de desilusão
Levo a vida, por hora
Sacrificando poemas
Levo a vida, por hora
Com paixão que pede hora
Na tristeza a palavra de poeta se satisfaz
Aparece à graça do freguês
Na alegria a palavra parece não querer se colocar
Desaparece à escuridão da vez
Levo a vida, agora
Somando o tempo que me resta
Levo a vida, agora
Pensando se tudo é só por hora
Sigo, sem me cansar
Matutando quando poderei te ver novamente
Pra matar meu desassossego
Prossigo, sem me preocupar
Deixando de pensar em minhas tristes palavras
A sacrificar meus tristes poemas
domingo, 18 de outubro de 2009
Você precisa saber
Eu preciso de um amor simples
Que seja, ao menos,
Um segundo maior
Que a tristeza que sentirei daqui em diante
Para que valha a pena para sempre
Eu preciso de uma amizade
Que me dê um abraço
Um segundo maior
Que sua melhor palavra e o perfume que fica, mulher
Para que eu tenha vontade de viver para sempre
Eu preciso que entenda
Que eu preciso você
Um segundo a mais
Do que somente sua eterna amizade
Não quero perder a fé
E os sentidos
Não quero perder o encanto
E o sorriso
Não quero perder a vontade
E as chances
Não quero perder o momento
E o tempo
Não quero te perder dessa vez
Que seja, ao menos,
Um segundo maior
Que a tristeza que sentirei daqui em diante
Para que valha a pena para sempre
Eu preciso de uma amizade
Que me dê um abraço
Um segundo maior
Que sua melhor palavra e o perfume que fica, mulher
Para que eu tenha vontade de viver para sempre
Eu preciso que entenda
Que eu preciso você
Um segundo a mais
Do que somente sua eterna amizade
Não quero perder a fé
E os sentidos
Não quero perder o encanto
E o sorriso
Não quero perder a vontade
E as chances
Não quero perder o momento
E o tempo
Não quero te perder dessa vez
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Inconsequentes
A atração partiu dos olhos
E tomou força suficiente para que, rapidamente,
Se tornasse uma paixão inesperada
A paixão, violenta e inconsequente como qualquer outra,
Não falhou desta vez e se fez intensa
A intensidade foi tamanha que,
Em um par de aparições do sol,
Não deixou tempo para que o amor aceitasse encontrar abrigo
E se colocasse em seu devido lugar
Não houve tempo para o amor
E para as verdades mais sinceras e eternas que seriam ditas depois
Houve tempo apenas para que aquele olhar brilhante e mágico
Petrificasse em minha memória
E se tornasse lembrança que, acredito, preferiria cotidiano eterno
E tomou força suficiente para que, rapidamente,
Se tornasse uma paixão inesperada
A paixão, violenta e inconsequente como qualquer outra,
Não falhou desta vez e se fez intensa
A intensidade foi tamanha que,
Em um par de aparições do sol,
Não deixou tempo para que o amor aceitasse encontrar abrigo
E se colocasse em seu devido lugar
Não houve tempo para o amor
E para as verdades mais sinceras e eternas que seriam ditas depois
Houve tempo apenas para que aquele olhar brilhante e mágico
Petrificasse em minha memória
E se tornasse lembrança que, acredito, preferiria cotidiano eterno
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Amor rupestre
O que não sentia há muito tempo
Todo o tempo deste corpo que aqui jaz
Era unicamente o que precisava
Quiçá na era passada ou outra anterior
Tenha, minha alma, sabido o que era
O que pude escrever na caverna de Platão outrora
Tão somente era o que pude sentir com sua presença
Era maior que tudo o que poderia provar até então
Quiçá era tão verdadeiro
Que os sentidos postergaram-se
O que me faz estar aqui, sobrevivendo
Tendo um corpo vivo que carrega nos olhos a alma dilacerada
É procurar novas pistas que não estão em cavernas
Pistas que me levam a você
Todo o tempo deste corpo que aqui jaz
Era unicamente o que precisava
Quiçá na era passada ou outra anterior
Tenha, minha alma, sabido o que era
O que pude escrever na caverna de Platão outrora
Tão somente era o que pude sentir com sua presença
Era maior que tudo o que poderia provar até então
Quiçá era tão verdadeiro
Que os sentidos postergaram-se
O que me faz estar aqui, sobrevivendo
Tendo um corpo vivo que carrega nos olhos a alma dilacerada
É procurar novas pistas que não estão em cavernas
Pistas que me levam a você
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